Francisco Carlos cobra mais parcimônia nas críticas da oposição

por Amanda Santana Balbi publicado 04/04/2018 12h35, última modificação 04/04/2018 12h35
Segundo vereador, comparações é desconhecer realidade
Francisco Carlos cobra mais parcimônia nas críticas da oposição

Segundo vereador, comparações é desconhecer realidade

Em contraponto às frequentes críticas da bancada de oposição à gestão da prefeita Rosalba Ciarlini, o vereador Francisco Carlos (PP) subiu à tribuna para pedir parcimônia, principalmente quando resolvem fazer comparações nas ações na área de saúde, entre o atual governo e o anterior. Na opinião do vereador, quem assim se comporta, desconhece a realidade.

Desconhecer a realidade, explicou Francisco Carlos, é desconhecer o sistema de saúde, que vem sendo reconstruído pela prefeita, além do pouco tempo da atual gestão.

“Hoje, é preciso reconstruir o que foi destruído, ao mesmo tempo que novos serviços estão sendo colocados à disposição da população, como a Central de Regulamentação de UTI. Por isso, seria o extremo falar em cidade perfeita, como também é extremo dizer que a prefeita não faz nada. O melhor seria evitarmos os extremos, ou seja, vamos ter parcimônia na hora da crítica”, ponderou.

Francisco Carlos seguiu com sua fala lembrando que não se pode cobrar mais atenção com o SAMU, quando este foi recebido sucateado e hoje vive plena recuperação. “A deputada Larissa Rosado, lembra a vereadora Sandra, conseguiu duas ambulâncias e, não tenho dúvidas, precisamos de mais, porém o quadro não é aquele tão criticado pela oposição, e mais uma vez reforço, é preciso parcimônia e coerência nos discursos”, reforçou.

Outra cobrança descabida da oposição, segundo ele, é falar no combate ao calazar e esquecem que a gestão anterior destruiu o Centro de Zoonose de Mossoró.

Como benefício criado pela prefeita Rosalba em sua primeira gestão e ampliado por Fafá Rosado, o vereador citou o número positivo de 70 equipes do Sistema Saúde da Família.

Por fim, Francisco Carlos defendeu a existência do Sistema Único de Saúde (SUS), porém cobra ajustes para que sejam pactuadas responsabilidades em relação às cidades polos, que mantém a assistência à população e acolhe também pacientes de outros municípios.

 

Por Sérgio Oliveira – Comunicação CMM

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