Manoel Bezerra denuncia insegurança em escola pública

por Amanda Santana Balbi publicado 04/04/2018 12h31, última modificação 04/04/2018 12h31
Portões abertos facilita ação de bandidos nas escolas, alerta vereador
Manoel Bezerra denuncia insegurança em escola pública

Portões abertos facilita ação de bandidos nas escolas, alerta vereador

A onda crescente de violência na cidade de Mossoró não tem poupado nem mesmo o ambiente escolar. Foi o que denunciou na sessão ordinária da Câmara Municipal, nesta quarta-feira (4), o vereador Manoel Bezerra de Maria (PRTB). Diferente da escola da rede particular, na qual os alunos são recebidos por funcionários no portão, a rede pública vive completo abandono, segundo ele.

De acordo com o vereador, a cena de portões abertos e sem a presença de agentes de segurança tem sido comum nas escolas da rede pública. “Me deixa triste, por exemplo, quando passo em frente à Escola Estadual Ewerton Cortez e vejo seus portões abertos e os alunos do lado de fora, expostos à ação dos criminosos”, lamentou.

Manoel Bezerra definiu ainda essa cena como verdadeiro “abandono de menor”. O vereador manifestou sua indignação no sentido de buscar meios para que novos assaltos sejam evitados. Esperando ainda que o policiamento prometido no programa Ronda Escolar, finalmente possa se tornar realidade em Mossoró.

Reajustes incompatíveis

Ainda na tribuna, durante o pequeno expediente na sessão desta quarta-feira, o vereador Manoel Bezerra de Maria criticou a divergência entre os reajustes apresentados nos salários dos trabalhadores e os serviços oficiais. O foco central foram os novos valores do licenciamento de veículos e aquilo que é pago para aquisição da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

O vereador lembrou que é grande a diferença nos percentuais dados no reajuste de quem ganha um salário mínimo e os valores pagos no licenciamento de veículo e retirada de CNH.

“O reajuste do cidadão não acompanha o percentual sobre os serviços prestados já mencionados e isso é injusto, por exemplo, no momento de emplacar o carro, que muitas vezes é utilizado como meio de sobrevivência”, explicou Manoel Bezerra.

 

 Por Sérgio Oliveira - Redação/CMM

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