Genilson cobra mais seriedade na aplicação dos recursos públicos

por Regy Carte publicado 31/10/2018 12h45, última modificação 31/10/2018 12h53
Vereador diz que não faz oposição por fazer; seu trabalho é sério e responsável
Genilson cobra mais seriedade na aplicação dos recursos públicos

Vereador Genilson Alves: fiscalização do Governo Municipal (foto: Edilberto Barros/CMM)

O desemprego em Mossoró e a deficiência na assistência à saúde com o uso indevido dos recursos públicos, deram o tom do pronunciamento do vereador Genilson Alves (PMN), ao utilizar a tribuna do legislativo mossoroense na sessão desta quarta-feira, 31.

O vereador criticou e cobrou que as ações dos governantes sejam mais responsáveis para atacar e resolver todos os esses problemas.

No início de sua fala, Genilson fez questão de lembrar que não faz oposição por fazer, e sim, desenvolve seu mandato de maneira responsável. “O que eu cobro é mais responsabilidade na forma como o dinheiro público é gasto”, reafirmou. 

Lembrou, por exemplo, quando governadora, a hoje prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini, esqueceu do Hospital Regional Tarcísio Maia para investir na Arena das Dunas que, segundo ele, é hoje um campo de futebol que só tem dado prejuízo.

Genilson cobrou daqueles que defendem o governo local, uma explicação para o quadro de desemprego em Mossoró. Recursos que existem ou existiram, como os royalties e valores oriundos das multas de trânsito, entre outros, parecem não tem um destino adequado. “Hoje em Mossoró falta até Raio X na saúde, obrigando a população pagar R$ 40,00 no exame particular”, denunciou.

Arrecadação

De acordo com Genilson Alves, 2017 foi o ano que a prefeitura de Mossoró mais arrecadou e o dinheiro precisa ser melhor investido. Entende o vereador que a suspensão do pagamento de gratificações em cargos de comissão, pode representar uma forte economia para melhor investimento.

"Hoje em Mossoró quem mais gera emprego é o pequeno investidor, e a prefeitura, precisa deixar de administrar para poucos, os comissionados, e lembrar da maioria da população que precisa de assistência”, concluiu.

 

Por Sérgio Oliveira – Comunicação CMM

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