Saúde municipal realiza 3,4 milhões de atendimentos

por Regy Carte publicado 10/12/2018 18h12, última modificação 10/12/2018 18h12
Dado foi apresentado em prestação de contas na Câmara
Saúde municipal realiza 3,4 milhões de atendimentos

Audiência pública: prestação de contas da saúde municipal (foto: Edilberto Barros/CMM)

Entre janeiro e setembro deste ano, a Prefeitura de Mossoró realizou 3 milhões e 400 mil atendimentos na área da saúde, segundo a gerente executiva da Atenção Básica da Secretaria de Saúde de Mossoró, Joaniza Vale. A técnica apresentou o dado na audiência pública de prestação de contas da saúde pública municipal, nesta segunda-feira (10), na Câmara Municipal de Mossoró.

A reunião, referente aos dois primeiros quadrimestres de 2018, contou com a presença da recém empossada secretária municipal de Saúde, Saudade Azevedo, vereadores, representantes do Conselho Municipal de Saúde, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), servidores da Secretaria Municipal de Saúde, entre outros.

Entre os indicadores apresentados, outro que chamou atenção foi que, embora a população de Mossoró se aproxime de 300 mil habitantes, o Município atende a um universo de cerca de 800 pessoas, por meio do sistema de pactuação com outros municípios.

Também que a principal causa de morte natural em Mossoró é doença do sistema cardiovascular, sobretudo infarto, e que essa questão terá ainda mais prioridade, por meio da saúde preventiva.

A audiência pública, conduzida pela presidente da Izabel Montenegro (MDB), apresentou séries de dados financeiros referentes a investimento e custeio, além de Metas, diretrizes, objetivos, com base no Plano Municipal de Saúde.

Somaram-se à reunião, usando a palavra, a secretária Saudade Azevedo, presidente do Conselho Municipal de Saúde, Gilberto Pedro, os vereadores Rondinelli Carlos (PMN), Raério (PRB), Maria das Malhas (PSD), Ozaniel Mesquita (PR), Sandra Rosado (PSDB), Alex do Frango (PMB), Aline Couto, Genilson Alves (PMN) e Professor Francisco Carlos (PP).

“Em 2016, o Brasil enfrentou uma das mais graves crises financeiras da sua história, e isso afetou diretamente a saúde. Repasses caíram, pessoas deixaram de pagar plano de saúde e migraram para o SUS. Precisamos receber contrapartidas do Estado, são milhões e milhões de reais”, alerta Saudade.

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