Vereador Alex do Frango defende o "Programa Incluir" e relembra descaso com a educação inclusiva em gestões anteriores

por Amanda Santana Balbi publicado 01/04/2025 15h19, última modificação 01/04/2025 15h19
Vereador Alex do Frango defende o "Programa Incluir" e relembra descaso com a educação inclusiva em gestões anteriores

Vereador Alex do Frango. Foto: Cláudio Júnior/CMM

 

Na sessão ordinária desta terça-feira (01), o vereador Alex do Frango (PSD) se posicionou em defesa do "Programa Incluir", destacando que não há retrocesso no projeto, como alguns alegam. O parlamentar afirmou que, ao contrário do que ocorreu nas gestões passadas, onde não havia iniciativas semelhantes, o programa busca atender a uma crescente demanda por apoio a crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), um número que vem aumentando na cidade.

Alex ressaltou que o projeto não foi debatido apenas dentro da Câmara, mas também com mães que representam crianças com TEA, o que possibilitou um bom debate sobre a iniciativa. "Estamos discutindo emendas para melhorar o projeto a cada dia, com o objetivo de aperfeiçoá-lo. O que queremos são pessoas mais qualificadas, e o projeto não impede a participação dessas pessoas", afirmou o vereador.

Em relação às críticas sobre a exigência de nível médio para os auxiliares de sala de aula, Alex do Frango esclareceu que o projeto não exclui profissionais com formação superior ou experiência em pedagogia, mas sim que ele visa incluir também aqueles com nível médio que tenham experiência e competência para atuar na educação das crianças. "Não podemos menosprezar as pessoas com ensino médio. Elas também podem contribuir com suas experiências. O importante é buscarmos pessoas qualificadas que possam realmente incentivar as crianças e ajudá-las a se desenvolver", disse.

O vereador finalizou seu discurso ressaltando que, ao contrário do que é dito por alguns, o "retrocesso" seria a situação anterior, onde não havia nenhum tipo de apoio para essas crianças. "Nada é perfeito, e sempre podemos melhorar, mas falar em retrocesso é não entender o que foi feito antes", concluiu Alex do Frango.